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Participei do Congresso Anual da Sociedade Americana de US (AIUM), realizado em março de 2015 na Flórida-EUA e a ênfase do evento, o tema que foi abordado todos os dias e de vária formas distintas, foi a elastografia, considerada o maior avanço na área de imagem desde o advento do Doppler e todas as aulas e trabalhos científicos apresentados ressaltaram o valor diagnóstico do método.

Infelizmente aqui no Brasil os colegas ultrassonografistas relutam em abraçar essa nova modalidade de imagem devido aos convênios recusarem-se a pagar o exame e devido a questão do investimento, tanto no aprendizado, quanto no equipamento.

Já temos 5 anos de experiência com o método e ainda a Sonimage, onde exerço minha atividade como médica, é o único laboratório do Brasil que realiza o exame tríplice de rotina em seus pacientes.

Continuamente respondo e-mails de pacientes desejando realizar o exame Tríplice em sua cidade e não posso indicar ninguém por que não há, infelizmente.

E as cidades são as mais variadas: Brasilia, Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Cuiabá, Porto Velho, para citar apenas as mais importantes.

Até quando esse atraso persistirá?

Dra. Lucy Kerr

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