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A presidente fundadora da SBUS, atual diretora do Conselho Consultivo da SBUS e demais membros do grupo de Whatsapp SBUS É NOSSA, vêm, por meio deste, reforçar a luta para atingir os propósitos que nortearam a fundação da nossa sociedade nos idos de 1993.

A justiça julgou procedente um Mandado de Segurança contra o Conselho Federal de Medicina na gestão de 2003-2005, graças a prova documental juntada por nós, onde constava Notificação Extrajudicial destinado ao CFM, bem como ofícios encaminhados ao longo de 8 anos ao CFM e AMB, no período de 1993 a 1999, sem resposta a qualquer destes documentos.

Restou acordado entra as partes a entrega de provas de titulação do especialista em Ultrassonografia da SBUS de volta ao CBR e a desistência do reconhecimento da US como especialidade (não explicitamente, mas de fato), deixando perder-se 8 anos de lutas bem-sucedidas, embora tenhamos enfrentado muitas dificuldades.

Sabemos que é difícil enfrentar a classe médica, pois pode haver retaliações.

A presidente fundadora da SBUS propôs, em 2017, comandar o processo na AMB e CFM antes da eleição da atual diretoria em outubro 2018. Contudo, a proposta foi recusada.

É de extrema importância fazermos um retrospecto de toda a trajetória da SBUS e dos objetivos da entidade, e questionar:

  • Há motivos para desistir da luta pela US como especialidades?
  • Há fatos relevantes que explicam qualquer ato de inércia ou retrocesso da entidade?
  • Quais os reais propósitos da diretoria da SBUS?

Após a Assembleia Geral Ordinária de outubro de 2017 tentamos amistosamente ter acesso às informações da SBUS necessárias para prosseguirmos na nossa determinação de ver a especialidade reconhecida. Mas sem sucesso!

Diante disso resolvemos investigar, iniciando pelas informações que estabelecem a legalidade da recém-eleita diretoria. Os dados deveriam estar acessíveis a qualquer membro da entidade. Fizemos um ofício e solicitamos a documentação legal e foi negada, alegando-se que as Atas e demais informações só poderiam ser mostradas com autorização da Assembleia da SBUS.

E, assim, indagamos:

  • Qual a previsão de que a liberação de uma Ata, que é documento que registra as decisões, balanço financeiro e tudo o mais ocorrido na AGO, depende da autorização da própria AGO?
  •     Qual a previsão Estatutária (Estatuto da SBUS) que impede disponibilizar a informação de quais médicos estão aptos a votar e serem votados?

Não é compreensível a recusa em divulgar as Atas e as prestações de contas.

A SBUS é uma entidade pública e, como tal, está obrigada a registrar suas atas em cartório, onde qualquer pessoa poderá solicitar uma cópia.

A diretoria da SBUS deveria ser transparente e a divulgação de Atas e de outros dados demonstrativos da legalidade da AGO é fundamental nesse sentido.

Diante do exposto, o nosso grupo realizou, via Dra. Lucy Kerr, uma NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL à diretoria eleita da SBUS visando ter acesso às Atas e demais documentações necessárias para balizar nossas decisões futuras.

Acerca da Assembleia Ordinária realizada em outubro de 2017, indagamos:

  • A AGO teve quórum?
  • Quem e quantos votaram?
  • Quais associados poderiam exercer o seu direito de voto?
  •   Quantos dos presentes eram sócios?
  •    Decisões por aclamação são verdadeiras e refletem os reais interesses dos associados uma vez que a reunião foi aberta a todos os colegas inscritos no Congresso e que tecnicamente poderiam participar das votações?
  • Por que a ata não foi fornecida aos associados?

Nas manifestações do grupo de whatsApp “SBUS é nossa”, ficou claro que a AGO deveria ser uma reunião com os associados, para defender seus interesses e não uma reunião comemorativa do final de evento com todos indistintamente e culminando com sorteio.

E tem mais: não sabemos qual é a situação financeira real da SBUS: não foi apresentado o balancete devidamente assinado pelo contador e aprovado pelo conselho fiscal, que é obrigatório em todas as assembleias gerais ordinárias. Dizer em slides projetados na AGO que a SBUS tem saldo no banco de ± R$ 1.000.000,00 não nos diz nada, sem mostrar o que esse dinheiro tem de dívidas para pagar. Mais uma obrigação não cumprida.

A luta pelo reconhecimento da US como especialidade só terminará com a vitória final!
O nome do nosso grupo expressa o que defendemos: a dignidade e a força de nossa profissão, que necessariamente tem que começar pelo reconhecimento da especialidade!

A “SBUS é nossa” o convida a responder este e-mail dando sua opinião sobre nossa iniciativa e enviado seu telefone de whatsApp para juntar-se nesta luta que é nossa e de mais ninguém!