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Pacote completo – ELASTOGRAFIA

R$ 900,00

Descrição do produto

CONCEITOS GERAIS E SISTEMA DE CÓDIGOS HITASHI
Dra. Lucy Kerr

PROBLEMAS DA IMAGEM DA MAMA.O CONTEXTO PARA A ELASTOGRAFIA. FUNDAMENTOS DA IMAGEM – HISTÓRICO.
Dra. Lucy Kerr
Esta aula inicia-se com a descrição dos principais problemas relacionados ao diagnóstico do câncer de mama pelos métodos de imagem atualmente disponíveis e como eles se constituíram no terreno propício para desenvolvimento desta nova tecnologia visando cobrir as falhas existentes. Mostra a importância da palpação na detecção do câncer de mama, que utiliza a elasticidade como princípio físico, mas está limitada aos tumores superficiais. A seguir são aprofundados os conceitos dos princípios físicos da elastografia, abordando-se as diferenças da teoria da elasticidade em 1-D e 3-D, inclusive os conceitos matemáticos que diferenciam a elasticidade unidimensional e tridimensional e a correlação desta última com a palpação. São analisados a seguir os fundamentos dos equipamentos elastográficos em uso clínico e toda sequência metodológica até a obtenção da imagem. A informação final obtida é uma nova informação, ainda não disponível pelos métodos de imagem corrente e explica-se como entendê-la e interpretá-la. Por fim, há uma descrição seqüencial de todos os principais momentos históricos que marcaram o desenvolvimento da imagem elastográfica, inclusive com vídeo-clips de alguns dos equipamentos mencionados.

ELASTOGRAFIA DA TIREÓIDE E LINFONODOS.
Dra. Lucy Kerr
Esta aula é destinada à explicação da técnica da elastografia da tireóide, assim como a demonstração de exemplos de sua aplicação clínica. São mostrados quais os padrões que auxiliam na diferenciação dos nódulos tireoideanos benignos e malignos pela elastografia, fazendo-se a correlação com os resultados da anatomia patológica. Enfatiza-se a importância deste conceito também quanto a caracterização dos linfonodos metastáticos, que são melhor caracterizados pela elastografia do que pela ultrassonografia em escala de cinza de alta resolução.

ELASTOGRAFIA DA MAMA.
Dra. Lucy Kerr
Nessa aula apresentam-se os aspectos que determinam o reconhecimento de uma imagem elastográfica da mama de boa qualidade, o que é fundamental para selecionar adequadamente o equipamento de elastografia antes de adquiri-lo. Descrevem-se minuciosamente as características elastográficas das lesões benignas e malignas das mamas, assim como a correlação da elastografia com a ultrassonografia do módulo B (escala de cinza). Videoclips especialmente selecionados, com imagens de módulo B e elastogramas lado a lado, facilitam a compreensão dos conceitos apresentados. São detalhados estudos clínicos em fase I, II e III, os quais têm como objetivo demonstrar quão bem funciona a elastografia. Também são detalhados os diversos estudos clínicos em elastografia já realizados, com ênfase no estudo de E. Burnside, por ser o mais bem conduzido até o presente. São abordados os conhecimentos atuais sobre a utilidade da elastografia na prática clínica para diagnóstico das patologias da mama, seu status atual e os futuros desenvolvimentos, os quais deverão aprimorar esta nova tecnologia, especialmente no diagnóstico do câncer de mama.

ESTUDOS CLÍNICOS DA ELASTOGRAFIA.
Dra. Lucy Kerr
Esta aula apresenta os estudos clínicos em elastografia realizados por Richard G. Barr, focando no diagnóstico diferencial das lesões benignas e malignas da mama. A metodologia utilizada é minuciosamente explicada, passo a passo, o que facilita a muito a compreensão do método para aqueles que desejam iniciar-se nesta nova modalidade de diagnóstico por imagem, oferecendo-se detalhes práticos e dicas para se obter as imagens mais adequadas, assim como aplicar todos os recursos tecnológicos oferecidos pelo equipamento. Tem por objetivo fazer o aluno aprender com as experiências do Dr. Barr, que é muito extensa e acostumá-lo com as imagens, para facilitar sua iniciação no método. Ao final há uma análise rigorosa das conclusões destes estudos clínicos realizada pela Dra. Lucy Kerr.

REVISÃO DAS HEPATOPATIAS DIFUSAS HIPERECOGÊNICAS.
Dra. Lucy Kerr
Inicialmente recorda-se os achados da US convencional e Doppler das hepatopatias difusas hiperecogênicas. Os critérios US da quantificação da esteatose difusa são mencionados e ilustrados. Essa aula descreverá também as dificuldades US no diagnóstico diferencial etiológico das hepatopatias difusas hiperecogênicas, em especial da hemocromatose, esteatocirrose, esteatossiderose, depósitos de glicogênio, erros inatos do metabolismo e tumorais (linfomas, leucemias, hepatomas e metástases difusas) e como utiliza a correlação clínica para reduzir as hipóteses diagnósticas.

ACHADOS US E DOPPLER DA CIRROSE HEPÁTICA.
Dra. Lucy Kerr
Esta aula se inicia definindo a cirrose hepática do ponto de vista anátomo-patológico, descrevendo as principais etiologias. Menciona os sinais clínicos e patológicos da cirrose, ilustrando-os. Recorda os achados US convencionais da fibrose e cirrose hepática, com ilustração pertinente de cada um dos sinais. A seguir, recorda os achados Doppler da fibrose e cirrose hepática, com ilustração pertinente de cada um dos sinais. Por fim, relembra as dificuldades diagnósticas do US nos estágios iniciais da fibrose hepática. O propósito é dar noções claras e objetivas para auxiliar o médico na sua prática clínica.

ELASTOGRAFIA DAS HEPATOPATIAS DIFUSAS.
Dra. Lucy Kerr
Esta aula se inicia relembrando as dificuldades no diagnóstico diferencial das hepatopatias difusas hiperecogênicas pela US convencional. Mostra quais são os princípios básicos da elastografia e como utilizá-los. Além disso, explica como a elastografia auxilia no diagnóstico diferencial das hepatopatias difusas hiperecogênicas, com exemplos ilustrativos. Finaliza-se demonstrando como a elastografia quantifica a fibrose hepática e exemplifica com casos pertinentes.

RECORDANDO US DAS HEPATOPATIAS FOCAIS.
Dra. Lucy Kerr
Inicialmente a aula recorda quais são as principais etiologias das lesões focais hepáticas. Os critérios diagnósticos ultrassonográficos no diagnóstico das hepatopatias focais comuns, menos frequentes e raras são mencionados e ilustrados: lesões císticas, sólidas e as pseudo lesões. Dado ênfase nas mais frequentes e nos aspectos morfológicos que auxiliam o diagnóstico.

ELASTOGRAFIA DAS HEPATOPATIAS FOCAIS.
Dra. Lucy Kerr
Esta aula se inicia descrevendo o contesto clínico que propiciou a elastografia. Demonstra os princípios da elastografia hepática visando o diagnóstico das hepatopatias focais e mostra como utilizá-los. Além disso, explica o padrão elastográfico das hepatopatias focais sólidas mais frequentes. Para finalizar, enfatiza como a Elastografia auxilia no diagnóstico diferencial das hepatopatias focais, dando exemplos ilustrativos que facilitam a assimilação da nova modalidade diagnóstica.

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