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Pacote completo – FÍSICA DO ULTRASSOM

R$ 900,00

Descrição do produto

Princípios Físicos do Ultrassom
Neste curso, o aluno terá conhecimento dos princípios físicos do ultrassom e sobre a interação do som com os tecidos, usando-os melhor para entender como se formam e o que degrada as imagens, reconhecer os artefatos e saber interpretá-los, evitando armadilhas e erros diagnósticos. Aprenderá a extrair todos os recursos do seu equipamento, melhorando a sua técnica de exame. Todas as aulas de cada matéria são inteiramente ilustradas e estão sempre finalizadas com uma conclusão que resume o conhecimento relatado. Ao final de cada aula há testes para avaliação do conhecimento.

Aula 1: Conceitos básicos.
São apresentadas as bases Físicas da ultra-sonografia diagnóstica, como se processa a interação do som nos tecidos, como são formadas as imagens ultrassonográficas (US), como é degradada a imagem US, a importância da física para melhorar a técnica de exame e como extrair todos os recursos do equipamento. É definido o US e as variáveis acústicas (freqüência, período, comprimento onda, velocidade de propagação, amplitude e intensidade). Conceitua-se dureza e densidade do meio e como eles influenciam a propagação som. Ensina-se a calcular as distâncias estimadas pelo equipamento ultrassonográfico (medidas).

Aula 2: Impedância acústica e US pulsátil.
Conceitua-se propagação do som em ondas contínuas e pulsos sonoros, explicando-se a relação entre a impendância acústica e a formação das imagens (hipoecogênicas, hiperecogênicas, isoecogênicas e anecóicas). Define-se o que é PRF, PRP, PD e fator de atuação do US pulsátil. Explica-se a relação entre comprimento espacial do pulso, nº ciclos no pulso, comprimento de onda e freqüência. É explicada a relação espaço-temporal da amplitude com a intensidade do US.

Aula 3: Atenuação.
Conceitua-se e explica-se a importância clínica da atenuação e do coeficiente de atenuação do som. Explica-se como a atenuação varia entre os diferentes tecidos humanos e sua relação com a freqüência da sonda. Conceitua-se a unidade denominada decibéis. Mostra-se a relação entre a atenuação e a intensidade do feixe US.

Aula 4: Os ecos.
Explica-se as características do feixe US em incidência perpendicular e oblíqua. Ensina-se como se formam os ecos, como os ecos refletidos e transmitidos são influenciados pelo tipo de incidência (especular e oblíqua). Conceitua-se refração e sua importância nos exames US.

Aula 5: Ecos que dispersam, pontilhamento e equação da escala.
Ensina-se o que causa a dispersão do som e sua importância clínica. Mostra-se quais são os tipos de ecos que são responsáveis pelo aspecto textural dos tecidos. Como a freqüência influencia a intensidade de dispersão. Como o salpicamento (pontilhamento) modifica a imagem captada dos tecidos. Equação da escala.

Dra. Lucy Kerr é pioneira no Brasil da Utilização da ultrassonografia como método de diagnóstico, sendo reconhecida nacional e internacionalmente como especialista e estudiosa do método.
Formada em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), pós graduou-se em ultrassonografia Diagnóstica em 1977 pela Wake Forest University, como bolsista do CNPq e complementou seus estudos na Thomas Jefferson University, ambas nos EUA.
É Diretora Executiva Fundadora da FISUSAL (Federação Internacional de Sociedade de ultrassonografia da América Latina) e está no cargo desde 1998.

Transdutores
Esta matéria está constituída por um grupo de 6 aulas que ensinarão ao aluno a compreender como os transdutores convertem uma forma de energia em outra, como geram e recebem os pulsos de ultrassom, seus componentes e como estão dispostos dentro do receptáculo do transdutor, aprendendo a classificá-los e a reconhecer as suas principais características. O princípio de ativação e funcionamento dos transdutores é explicado em detalhes, assim como a focalização, espessura do feixe e suas zonas (proximal, focal e distal). Conceitua-se resolução axial, lateral, de contraste, temporal e de detalhe, assim como a focalização e a abertura dinâmica. A varredura automática, que permite a observação das imagens em tempo real é detalhada, assim como os principais avanços, que permitirão ao ultrassom dar o grande salto tecnológico e ultrapassar suas principais limitações atuais: dependência do operador e não reprodutibilidade. Esse conhecimento é indispensável se você é ultrassonografista ou pretende adquirir um aparelho de ultrassom, para poder selecionar aquele que comporte os novos avanços.

Aula 1: Componentes e Princípio Operacional.
Essa aula oferecerá a compreensão de como os transdutores convertem uma forma de energia em outra, como geram e recebem o pulso US, do que são compostos e como esses componentes influenciam o tipo de pulso emitido. É feita uma ampla abordagem sobre quais são os componentes dos transdutores, as propriedades do material piezoelétrico que constituem o elemento ativo e os dois princípios operacionais do sistema. São abordados também alguns conceitos importantes para o entendimento do funcionamento dos transdutores (p.e. freqüência, fator Q, amortecedor, freqüência operacional, largura de banda e freqüência preferencial) e como influenciam a qualidade das imagens do exame ultrassonográfico.

Aula 2: Tipos de Transdutores.
Explica como são classificados os transdutores: pelo tipo de construção, formato da imagem, quantidade de cristais, tipo de varredura, tipo de operação e tipo de focalização, além das suas principais características e seu modo de operação. São descritos de maneira detalhada os dois tipos de operação das sondas (mecânica e eletrônica). É dada atenção especial à ativação fásica dos transdutores devido permitir direcionamento automático eletrônico do feixe ultrassonográfico, focos múltiplos e melhoria de resolução de detalhes. Ao final o aluno deverá compreender a terminologia complexa relativa aos transdutores, o que lhe permitirá conhecer a fundo o equipamento utilizado e selecionar os acessórios mais adequados às necessidades do exame.

Aula 3: Feixes US e Focalização.
Tem como principais objetivos a compreensão do que é o feixe US, a sua espessura, assim como a diferenciação entre feixe e onda de ultrassom. São descritos os fatores que interferem no feixe ultrassonográfico e seu funcionamento no ultrassom pulsátil (princípio de Huygen). Trata também de como a espessura do feixe varia de acordo com o tipo de transdutor e influencia a resolução da imagem, como a intensidade varia ao longo do feixe de US, abordando minuciosamente as três zonas que compõem o feixe ultrassonográfico (zonas proximal, focal e distal) e como é realizada a focalização dos transdutores, em especial a eletrônica. Conceitua-se o que é abertura dinâmica e como ela é utilizada para manter constante a espessura do feixe É dada especial atenção a dois tipos de resolução da imagem: lateral e axial.

Aula 4: Resolução de Detalhe.
Nessa aula apresentam-se os aspectos que determinam a resolução da imagem (resolução de detalhe, de contraste e temporal). Explica-se o que é resolução de detalhe e seus tipos (lateral e axial). São analisados quais os fatores que influenciam a resolução axial e lateral, facilitando a compreensão da relação entre resolução axial, comprimento de onda e atenuação, assim como a relação entre resolução lateral e espessura do feixe. Mostra-se como estão inter-relacionadas as resoluções axial, lateral, de detalhe e de contraste.

Aula 5: Varredura Automática.
Explica-se o processo de varredura manual, os vários tipos de varredura automática mecânica (oscilação transdutor em ângulo, rotação cristal ou grupo de cristais, oscilação espelho refletor, translado linear dos cristais) e de varredura eletrônica (ativação seqüencial ou em fase dos elementos). Todos esses mecanismos são devidamente ilustrados para facilitar a compreensão e o aprendizado.

Aula 6: Avanços Tecnológicos.
Esta aula apresenta os principais avanços na tecnologia dos transdutores: o transdutor de cristal uniforme (aprimora a tecnologia piezoelétrica ao nível da sua excelência), o transdutor bidimensional ou matricial (propiciam obtenção das imagens tridimensionais dinâmicas com a tecnologia piezoelétrica) e os transdutores de silício, que se propõem a revolucionar a tecnologia do ultrassom, ao introduzir o silício como elemento e utilizar os princípios físicos dos semicondutores. São dadas as noções das principais características técnicas dos novos transdutores e quais seriam as aplicações atuais e do futuro imediato dos mesmos. Esses conceitos são fundamentais nas grandes mudanças tecnológicas como se processaram em 2008, para evitar que o médico receba tecnologia antiga em lugar da de ponta, na compra de seu equipamento. São descritos os avanços mais recentes da tecnologia dos transdutores, especialmente os transdutores de silício, que revolucionarão o método, ao eliminar a dependência do operador e a não-reprodutibilidade do exame, tidos como os grandes limitadores da ultrassonografia atual. Este transdutor está sendo considerado o maior avanço tecnológico ultrassonográfico dos últimos 40 anos.

Dra. Lucy Kerr é pioneira no Brasil da Utilização da ultrassonografia como método de diagnóstico, sendo reconhecida nacional e internacionalmente como especialista e estudiosa do método.
Formada em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), pós graduou-se em ultrassonografia Diagnóstica em 1977 pela Wake Forest University, como bolsista do CNPq e complementou seus estudos na Thomas Jefferson University, ambas nos EUA.
É Diretora Executiva Fundadora da FISUSAL (Federação Internacional de Sociedade de ultrassonografia da América Latina) e está no cargo desde 1998.

Equipamentos de Ultrassom
Esta matéria é composta por 5 aulas, as quais têm como objetivo principal esclarecer como funcionam os equipamento de ultrassom, mostrando quais são e como operam seus componentes primários. O aluno também aprenderá sobre o funcionamento das telas e como são arquivadas as imagens. Explica-se o modo usual de exibição das imagens na tela do equipamento. Por último, mas não menos importante, serão esmiuçados dois conceitos importantes na física do ultrassom: a resolução de contraste e a resolução temporal. Bom estudo!

Aula 1: Componentes do equipamento do US e Pulsador.
Nesta aula serão detalhadas as partes fundamentais do equipamento de US, que incluem: pulsador, formador do feixe de US, transdutor, receptor, memória ou conversor de varredura e tela. É estudado com detalhes o funcionamento do pulsador, conceituado o PRF (nº pulsos por segundo) e sua relação com o pulsador. Introduz-se o conceito de artefato de ambigüidade de escala (posicionamento errôneo do eco na tela), vinculado ao PRF. Comenta-se sobre amplitude e potência do pulsador, assim como os mecanismos de compensação da perda da potência. Explica-se o complexo trabalho do pulsador na sonda seqüencial e quais as funções que ele controla que podem ou não ser consideradas independentes do formador do feixe.

Aula 2: O Receptor.
Baseia-se fundamentalmente no entendimento das funções e do modo de operação do receptor. Entre estas funções que serão listadas e estudadas incluem-se: amplificação, compensação, compressão, demodulação e rejeição. Dentro dos conceitos de amplificação e compensação haverá importantes ensinamentos relacionados ao ganho. Explica-se a diferença entre o amplificador padrão e os amplificadores de nova geração, como a compressão diminui a diferença de amplitudes maiores e menores, assim como a relação entre escala dinâmica e compressão. Conceitua-se demodulação e explica-se porque ela é necessária. Analisa-se o por quê dos ecos fracos necessitarem ser eliminados, função da rejeição. Também será explicada quais as funções do receptor que são ajustáveis pelo operador, assim como as que não são.

Aula 3: Memória e Resolução de Contraste.
Nesta aula explica-se o porquê da memória ser necessária no equipamento US, a relação entre memória e os conversores de varredura, assim como diferencia-se os dois tipos de conversores: analógico e digital. Ensina-se os conceitos mais importantes relacionados à memória do equipamento de US, inclusive com uma revisão sobre os números binários (importante para o entendimento da função dos computadores e resolução de exercícios relacionados ao tema desta aula). Detalha-se o processo de armazenamento da informação, define-se pré processamento e pós processamento e ensina-se a reconhecer funções que estão vinculadas a cada um dos processamentos, otimizando sua utilização nos equipamentos US. Conceitua-se e exemplifica-se a resolução de contraste, importantíssima para definir a qualidade da imagem, enfatizando-se a relação de nº de bits por pixel (diretamente relacionada à quantidade de tonalidades de cinza) e a qualidade da resolução de contraste. Exemplos são oferecidos para facilitar o entendimento.

Aula 4: A Tela e a Resolução Temporal.
Serão detalhadas nesta aula todas as características relacionadas aos dois tipos de tela de US, tanto em escala de cinza quanto a cores: tubo de raios catódicos (CRT) e o monitor de tela plana, mostrando os prós e contras de cada sistema. Introduz-se o conceito da tela Laser como melhor opção para o US tridimensional, assim como são comentadas outras tendências futuras do desenvolvimento das telas . O aluno aprenderá quais as formas usuais de mostrar as imagens na tela do US (Módulo B e Módulo M) e ainda saberá mais sobre assuntos como a resolução temporal e a relação do PRF com o nº de focos, o nº de linhas de varredura e a freqüência de quadros. A aula encerra-se falando de temas também importantes como os dispositivos para registro das imagens dos exames US (estáticas ou dinâmicas) e os sistemas de comunicação.

Aula 5: Processamento de imagens e Módulos de imagens especiais.
Nesta aula serão abordados todos os exemplos de pré processamento avançado, com descrição minuciosa da acentuação das margens, interpolação de pixels, persistência e imagens harmônicas, exemplificando-se cada um deles com imagens e/ou esquemas. Outros assuntos importantes que serão abordados incluem os módulos de imagens especiais (Imagens panorâmicas e imagens do US composto espacial), os quais serão detalhados quanto à sua definição, requisitos, princípios e modo de funcionamento. É abordado o pós-processamento avançado, em especial a formação das imagens tridimensionais estáticas e dinâmicas, comentando-se sobre as formas usuais da informação tridimensional e solucionando muitas das dúvidas que os ultrassonografistas ainda apresentam sobre este conceito.

Dra. Lucy Kerr é pioneira no Brasil da Utilização da ultrassonografia como método de diagnóstico, sendo reconhecida nacional e internacionalmente como especialista e estudiosa do método.
Formada em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), pós graduou-se em ultrassonografia Diagnóstica em 1977 pela Wake Forest University, como bolsista do CNPq e complementou seus estudos na Thomas Jefferson University, ambas nos EUA.
É Diretora Executiva Fundadora da FISUSAL (Federação Internacional de Sociedade de ultrassonografia da América Latina) e está no cargo desde 1998.

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